segunda-feira, 26 de outubro de 2009

Capítulo I

Aginnan se sente completamente tonto e demora um tempo para conseguir abrir os olhos. Ao conseguir fazê-lo, olha para os lados e vê mais quatro pessoas jogadas no chão desta sala. Tenta se lembrar do que aconteceu e nada vem a sua mente. Tenta resgatar sua última memória, mas ela não existe. Assustado, se levanta e olha o local onde está: pedras frias nas paredes e placas das mesmas pedras no chão. Não há janelas nem fontes de luz, mas o local não está escuro. Olhando para os corpos no chão percebe que há um da mesma raça que a sua. Aproxima-se. Acorda este ser de cabelos amarelos e roupas negras trabalhadas em ouro e platina e espera por uma resposta.
Daedrin é acordado por alguém e se sente enjoado. Abre seus olhos verdes e vê outro de sua raça coberto por um capuz. Reclama em pensamento que tentarão fazer com que fale novamente e ele não está disposto a fraqueja, pois palavras devem ser ditos somente quando necessárias, caso contrário um tempo precioso pode ser desperdiçado tentando se fazer entender. Ele se senta, olha para Aginnan e ouve se companheiro de raça lhe perguntar sem dar tempo para respostas que não diria de qualquer maneira, seja porque realmente não sabe ou porque não deseja falar.
- Você sabe onde estamos? Pergunta Aginnan. "Não consigo me lembrar o que aconteceu. Você tem alguma idéia?"
Daedrin simplesmente balança a cabeça e observa outras três pessoas no chão. O silêncio é absoluto, não sabe se é dia ou noite, se está em uma torre ou uma caverna, mas já observa a porta que se encontra a sua frente como única possibilidade de fuga caso tenha sido raptado ou simplesmente o caminho para que possa saber o que tem acontecido.
Enquanto Daedrin pensa sobre as possibilidades e nota que suas armas e pertences não estão no local, Aginnan acorda um humano com um chute fraco no baço.
Tubalcain se senta rapidamente, atordoado, assustado e quase cai deitado se não tivesse se apoiado em uma parede próxima. Olha para Aginnan e pergunta: "Quem é você?"
- Meu nome é Aginnan. Você sabe onde estamos ou como viemos parar aqui humano?
Tubalcain tenta se recordar do que ocorreu, mas suas lembranças o remetem somente até o momento em que acordou: "Meu nome é Tubalcain. Não tenho idéia do que aconteceu." Enquanto tenta se recobrar, vê outro eladrin sentado olhando para a porta. Já havia ouvido falar de criaturas assim, mas nunca havia visto uma pessoalmente, muito menos duas. O que se lembra é que essas eram criaturas dos reinos das fadas e que eram ainda mais mágicos que os elfos. "O que será que está acontecendo?".
Enquanto tenta se levantar, Tubalcain vê Aginnan acordar um tieflin com grandes chifres, pele vinho escura, olhos dourados e uma cauda grossa e pensa 'Mais um ser que nunca vi, mas pelo que conheço deve ser um Tieflin'.
Dundra, um bruxo poderoso, possui uma aparência ao mesmo tempo amedrontadora e bela. Suas características peculiares lhe concedem uma beleza sem igual. Ao ser acordado pelo eladrin Aginnan, se levanta, mas ainda se sente sonolento. Os efeitos do que seja lá que tenha acontecido ainda são fortes. Aos poucos ele se levanta e pergunta aos outros que já estão em pé o que aconteceu e onde estavam e, como resposta, tem a mesma informação que possuía: nenhuma. Ao se levantar, Dundra se apresenta aos outros e vê um anão acordar lentamente. Este era o último desacordado.
Balin acorda agitado, lentamente as imagens começam a aparecer a sua frente. Tenta vasculhar seu corpo em busca de algum ferimento, mas não há nenhum. Ao se levantar olha para a sala onde está com outros quatro seres. Não conhece ninguém, mas pelas feições eles sabem tanto quanto ele o que estão fazendo ali. Balin se levanta e se apresenta como um clérigo de Pelor aos demais.
Todos olham para o anão e se apresentam. Daedrin apenas permanece em silêncio e assente com a cabeça.
- Qual o seu nome? - pergunta Tubalcain ao Eladrin que apenas o observa. - Você não quer ou não pode falar, é isso?
Daedrin assente com a cabeça.
- Você pode escrever seu nome no chão? - Tubalcain continua a indagar.
Após algum momento pensativo, Daedrin desenha seu nome no chão com os dedos.
Ao mesmo tempo que Tubalcain, Dundra e Balin observam Daedrin, Aginnan vai até a porta e a abre chamando a atenção de todos: "Está aberta!"
Tubalcain chega até a porta e aberta e vê apenas um corredor subindo em degraus para a direita e descendo para a esquerda, seguindo como se estivessem em uma torre. Ao dar um passo a frente para tentar enxergar mais do corredor, ouve um clique sob seus pés e percebe que a pedra que pisou afundou ligeiramente. Aginnan que estava próximo também ouviu o clique e pediu ao humano que não se movesse.
- Humanos...
Aginnan se agacha ao lado de Tubalcain e começa a analisar a pedra em que o humano está. - É uma armadilha. Vocês não acharam que seria tão fácil sair daqui, acharam?
- Você consegue desarmá-la? - Pergunta Tubalcain apreensivo.
- Vou tentar.
Ao lado da pedra há uma pequena abertura e Aginnan consegue passar um dedo por ela e quebrar um fio. A armadilha não dispara e ele sabe que foi mais sorte do que habilidade, pois estava sem suas ferramentas de trabalho, afinal esse era seu trabalho. Desde que encontre engrenagens e dispositivos, poderia tentar desarmá-los ou ativá-los a seu bel prazer.
- Pode sair. Desarmei a armadilha.
Tirando o peso de sua perna lentamente, Tubalcain recua um passo e ouve um novo clique quando a pedra fica sem pressão e volta a seu local original novamente. Nada acontece.
Tentando verificar se há outras armadilhas, Tubalcain pega um prato de argila que estava próximo a porta e joga mais a frente da porta. Aparentemente não há mais perigo. Aginnan também observa o chão e as paredes próximas e nada encontra.
Daedrin anda para fora da sala e observa os dois corredores. Dundra vai logo atrás e diz: "Acho que devemos permanecer juntos para descobrir o que está acontecendo. Estamos sem armas e sozinhos seremos alvos fáceis para o que quer que encontremos".
Balin fica um tempo pensativo e decide que também é uma boa idéia se manterem unidos e subir as escadas.
Ao analisarem o caminho, o grupo percebe que há tochas a cada cinco degraus da escada que mantém a iluminação do local até onde conseguem ver. Por precaução, Tubalcain e Balin pegam uma tocha cada antes de prosseguirem.
Por cerca de quinze minutos e mantendo um ritmo acelerado, o grupo sobe as escadas e chega a uma porta de madeira crua. Aginnan procura novas armadilhas, mas não as encontra, porém a porta está trancada e não consegue abri-la. Há mecanismos demais e não possui nenhuma ferramenta.
- Que ótimo. Subimos todo esse tempo para termos que voltar.
- Há alguma armadilha na porta? - Pergunta Tubalcain a Aginnan.
- Não, por quê?
- Se afaste um pouco.
Aginnan vai para trás do grupo, cruza os braços e observa Tubalcain dar um encontrão na porta. Uma fresta se abre e uma forte luz do dia irrompe pela porta.
Dundra pede para ajudar e força a porta com toda a sua força. Aos poucos a porta vai cedendo e finalmente se abre.
O grupo atravessa a porta e descobrem que estão no alto de uma torre de observação. Não há ninguém no local.
Todos se postam no beiral da torre e tem uma visão muito ampla do terreno: Estão em um deserto e próximo ao horizonte podem ver algumas montanhas.
Ao olharam para o terreno próximo da base da torre, o grupo vê muitos combatentes lutando ferozmente. A altura não lhes permite identificar quem são os atacantes ou os defensores.
- Há mais de cem combatentes lá embaixo. Não podemos sair daqui sem nossas armas. - Exalta Dundra.
- Mas também não podemos ficar aqui parados esperando que venham até nós. Essa é nossa oportunidade de tentar fugir. Há outra escada descendo daqui de cima, vamos descê-la e tentamos conseguir alguma arma no caminho. - Responde Balin.
Após uma breve discussão sobre que caminho tomar, todos concordam com o anão e descem a outra escada por cerca de dez minutos até encontrarem uma porta do lado direito.
- Aginnan, poderia fazer a gentileza? - Pergunta Tubalcain querendo saber se há alguma armadilha na porta. Ele estava se precavendo, pois podia ter morrido logo que tentou sair de sua cela.
O eladrin se aproxima da porta e simplesmente a empurra, fazendo com que a sala se abra e todos encontrem seus pertences.
- Parece que todas as minhas coisas estão aqui. - Diz Tubalcain analisando os símbolos gravados em seus machados.
Nem todos têm certeza de seus pertences, mas os pegam assim sem pensar muito sobre isso, afinal eles não se lembram nada de seu passado, mas algumas coisas estão tão profundas em seu sangue que eles simplesmente sabem.
- Até meu dinheiro está aqui! Eles devem ter tido pouco tempo para mexer em nossas coisas. - Diz Dundra enquanto pega seu arco, aljava e outros pertences.
Daedrin, satisfeito por achar seus pertences e seu cajado, guarda sua espada, sua adaga e fica com o cajado em punhos sentindo a sensação de seu corpo alongando-se através da peça de madeira trabalhada em suas mãos.
- Agora podemos entrar em combate novamente! Vamos descer e descobrir o que está acontecendo lá fora! - Falou Balin aos seus novos companheiros.
O grupo desce as escadas e chega a uma sala circular com tochas por todas as paredes de pedra fria lisa, o chão continua com as mesmas pedras cinzentas em formato de placas e no centro da sala há um círculo de tijolos no chão. Entre as paredes externas, há algumas colunas de pedra que ocultam outra porta. Os aventureiros se reúnem no centro da sala e analisam a diferença do piso naquela área:
- Por que esse piso está diferente aqui? É como se alguma coisa estivesse oculta, mas não consigo achar nada que indique uma alavanca ou magia de ativação. - Explica Aginnan ao grupo.
Enquanto o grupo procura por indícios de alguma câmara ou sala escondido, Daedrin pula algumas vezes sobre o piso de tijolos e depois se encaminha a um dos pilares laterais. Após algum tempo analisando, ele faz sinal para que Aginnan se aproxime e lhe mostra uma rachadura com algum tipo de engrenagem dentro.
Os dois eladrins permanecem ali por algum tempo e os outros do grupo, aos poucos, se aproximam para observar o que está sendo feito. Aginnan tenta acionar o mecanismo com uma faca, mas acaba quebrando a alavanca. Nervoso, pega seu equipamento de ladino e com duas pinças tenta acionar o mecanismo. Após mais alguns minutos, ele obtém sucesso e todos ouvem um grande barulho quando o piso de tijolos se afasta abrindo a passagem para um poço com uma escada de madeira que está extremamente escuro.
Aginnan se aproxima do poço e joga uma pedra para tentar ver sua profundidade. Após alguns segundos apreensivos, todos ouvem o som da pedra batendo no chão. Utilizando-se de sua tocha, Tubalcain a joga no poço para que, ao invés de tentarem adivinhar a profundidade, a vissem com seus próprios olhos.
Ao soltar a tocha, ela desceu cerca de dez metros, bateu em alguma coisa e caiu no chão. Alguns segundos depois ouviram o som da tocha batendo no vidro e depois caindo no chão.
Tubalcain, Aginnan, Dundra, Balin e Daedrin se olham decidindo-se em silêncio quem irá descer para ver o que se encontra lá embaixo até que Aginnan diz: "Eu vou." e se vira para descer a escada. Ao tentar descer seu primeiro pé na escada, uma armadilha mágica é disparada e vários raios são lançados sobre todos. Aginnan, com uma incrível habilidade, consegue saltar para a frente e rolar desviando de um dos raios. Balin e Tubalcain ficam apenas chamuscados enquanto que Daedrin e Dundra são atingidos e ficam atordoados no chão.
Balin se aproxima dos feridos e avalia os danos. Nada grave. Após alguns momentos, Dundra e Daedrin estão em pé.
Aginnan diz: "Eu não entro aí de novo.".
- Acho melhor deixarmos isso e continuarmos em nosso caminho para sairmos daqui vivos. - Concorda Dundra.
- Vejam o que o Daedrin está fazendo! - Aponta Balin para o eladrin ao lado poço que coloca seu braço na escada e mostra que o caminho está seguro.
- Tudo bem, dessa vez eu vou. - se adianto Tubalcain e começou a descer as escadas, seguido apenas por Daedrin.
Durante a descida, Tubalcain quase foi atingido por uma armadilha que falhou em disparar lanças sobre seu corpo, mas não foi necessário muito esforço para conseguir desviar do obstáculo.
Ao chegar ao fundo do poço, Tubalcain e Daedrin vêem um altar pequeno contendo uma espada de lâmina negra e fios vermelhos que a percorrem e balançam como se tivessem vontade própria. Sobre a espada há uma redoma de vidro.
Daedrin remove o vidro e o coloca de lado, enquanto Tubalcain ergue suavemente a espada. Ao empunhá-la, sente seu corpo mais fraco e uma leve tontura lhe acomete fazendo com que toda sua pele fique arrepiada.
- Essa espada tem alguma coisa estranha. Ela é mágica com certeza, mas tem algo mais.
Daedrin confirma com um movimento de cabeça e aponta para o alto do poço indicando que devem sair o quanto antes. Tubalcain embainha a espada e sobe os degraus seguido pelo eladrin.
Ao chegar ao topo do poço, Tubalcain mostra a espada a seus companheiros, mas ninguém se arrisca a empunhá-la. Sua lâmina negra encantada a faz parecer como um instrumento dos demônios.
Tubalcain embainha a espada novamente e diz aos outros: "Acho que devemos continuar nosso caminho agora antes que alguém apareça. Está tudo muito quieto e desprotegido por aqui".
Todos acompanham Tubalcain até a próxima porta de madeira entalhada e com uma grande espessura, mas que se encontra aberta. Ao entrar na sala, há várias estantes com centenas de livros e algumas mesas. Antes que alguém possa dizer alguma coisa, um barulho de patas, lâminas e grunhidos é ouvido vindo da sala circular. Ao se virarem, Daedrin e Tubalcain se deparam com um ser demoníaco, coberto com placas grossas de cor cinza como uma armadura natural, garras em forma de pinça, cabeça comprida com dentes afiados e uma cauda de aparência mortal. Sem ter tempo para se defender, a criatura dá uma investida rápida contra Tubalcain e lhe rasga a carne da perna. Aginnan se teleporta para trás da criatura e consegue lhe ferir na cauda ao mesmo tempo em que se desvia de um golpe. Dundra atira uma flecha que é desviada no último segundo pela pata da criatura e Daedrin ataca com seu cajado, mas a criatura consegue se desviar.
O combate continua e a criatura parece ser muito forte. Daedrin é ferido e Tubalcain sofre um novo corte no braço e começa a sangrar. Balin faz alguns movimentos com usas mãos e profere algumas palavras e os ferimentos do corpo de Tubalcain começam a se fechar aos poucos, que percebendo a melhora em seus movimentos, lança um ataque mortal com seus dois machados sobre a criatura e os crava ao lado de sua cabeça, fazendo com que caia aos seus pés e finalmente, fique imóvel.
- O que era isso? - Pergunta Tubalcain.
- Provavelmente um filhote de Kython. Se fosse um adulto, estaríamos todos mortos em alguns segundos. - revela Aginnan.
- Você já viu um desses? - Pergunta Dundra.
- Não. Apenas ouvi histórias em alguma taberna. Só não consigo me lembrar de quem ou aonde.
- Que seja. Deve ter algo que valha a pena nesse lugar. Verei se encontro algum livro de valor. - Disse Balin enquanto se dirigia às estantes em busca de algum livro que pudesse lhe trazer algum conhecimento valioso ou que pudesse vender por um bom preço.
- Também darei uma olhada - Disse Dundra se dirigindo a outra estante enquanto Aginnan procurava por alguma passagem secreta ou armadilha na porta do outro lado da sala.
Ao se agruparem novamente em frente a porta, Daedrin aponta para o livro nas mãos de Balin que mostra o intitulado Lemegeton - É um livro sobre evocações de demônios. Não quero evocar nenhum, mas não posso deixar um material desse tipo solto por aqui.
- Tem certeza? Pergunta Dundra.
- Claro que sim! Sou um clérigo de Pelor e desejo o bem as criaturas, não sua morte. - retruca Balin claramente irritado.
- Então vamos sair daqui. - diz Aginnan empurrando a porta a sua frente e liberando a passagem a corredores largos, com paredes muito altas de pedra escura. O ar está mais frio e úmido nesse lugar; o cheiro contém umidade e mofo. - Pelo jeito não sairemos tão cedo daqui.
O caminho pela frente está cheio de bifurcações e curvas. O grupo recém conhecido se perde algumas vezes e passa pelo mesmo local algumas outras. Em determinado ponto chegam a um caminho sem saída, porém, em seu fim, há uma fonte onde renovam as energias e matam a sede. Antes de voltar para tentar encontrar um novo caminho, eles ouvem um barulho de asas sobre suas cabeças e ao olhar para cima percebem algumas criaturas penduradas de ponta cabeça no escuro teto.
- Vamos embora em silêncio antes que essas criaturas acordem. - Disse Aginnan aos outros enquanto retomava seu caminho.
Após algumas horas de caminhada pelos caminhos que mais pareciam labirintos, o grupo encontra alguns frascos com um líquido verde e algumas moedas de ouro.



Ao recolher os itens, os aventureiros encontram uma passagem para uma sala ampla onde acham duas portas gigantescas de pedras, alguns desenhos na parede e um quadrado no chão composto de 25 quadrados dentro dele, onde um estava com uma luminosidade cintilante. Os desenhos na parede estavam um pouco diferentes e possuíam três quadrados cintilantes em posições diferentes.
- Talvez essa seja a chave para abrir as portas de pedra. - disse Tubalcain se posicionando para pisar nos quadrados - Aginnan, vá até aquela ponta e Dundra, vá para a outra. Vamos pular todos juntos nos respectivos quadrados juntos. Prontos? Agora!
Dundra, Aginnan e Tubalcain pulam dentro dos respectivos quadrados e uma torrente de fogo sobe os queimando gravemente e aos que estavam em volta do quadrado. Sem ter tempo de se recuperar, o grupo ouve um barulho do outro lado da sala e logo avistam seis criaturas prateadas aladas e uma verde como um mini dinossauro ou mini dragão correndo em sua direção.
As criaturas logo cercam os aventureiros e começam um ataque feroz com mordidas e investidas sangrentas. Balin está cercado por três criaturas e uma delas lhe rouba uma massa de suas mãos. Aginnan se teleporta de dentro do quadrado para trás da criatura verde e ajuda Balin no combate. Tubalcain é atingido e, ao tentar se equilibrar pisa em um novo quadrado ativando novamente a torrente de fogo que atinge quase todos na área.
Dundra atira flechas e Daedrin bate com seu cajado contra os seres alados. Balin fica gravemente ferido enquanto tenta se defender e tirar alguma vantagem do combate. Aginnan continua suas investidas e nenhuma das criaturas conseguiu atingi-lo devido a sua incrível velocidade.
Vendo-se sem saída, Balin lança uma magia de luz que cegou as criaturas e, ao mesmo tempo, fez seus sangramentos pararem. Com essa vantagem, Tubalcain e Aginnan conseguem derrubar a criatura maior e começam a investida contra as menores.
Após mais algum tempo de combate, os guerreiros conseguem, por fim, derrotar o grupo que os atacou e tentam recuperar seus ferimentos com a utilização de algumas magias simples, mas muito eficazes.
Antes de tentarem seguir caminho, o grupo resolve fazer um breve descanso para recuperar forças e conseguir solucionar o quebra-cabeça a sua frente.

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